10.11.09

Quando me amei de verdade...

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto. E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passam de um sinal de que estou a ir contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo a isso... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para concretizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é este o momento ou que a pessoa não está preparada, inclusive eu próprio.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade percebi que a minha mente pode atormentar-me e decepcionar-me. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela torna-se uma grande e valiosa aliada. Tudo isto é... Saber viver!

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro.
Agora mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.

Isso é... Plenitude.

(Obrigada Isabel, por este email fabuloso!)

2 comments:

Angelfish disse...

Cara Madalena,

Não sei quem é o autor deste texto, mas seja quem for imagino que para o publicar aqui é porque subscreve o seu teor.

E o facto de o subscrever enche-me de alegria porque tantas vezes digo a mim própria tudo aquilo, cada vez com mais afinco e cada vez com menos insucesso. É isso que me enche de alegria, encontrar eco nas outras pessoas, nomeadamente em si! O que reforça a minha interrogação de como podem 2 pessoas desconhecidas, a meu ver, identificar-se tanto!

Bem haja!

Filomena

Madalena Muñoz disse...

Olá Filomena, obrigada pelas palavras e também pelo seu ECO!

Um abraço,
Madalena